Bruno Graziano (diretor/editor/produtor/roteirista)
Palmeirense fanático e psicopata do grupo, possui o hábito doentio
de montar o 1º corte logo no dia seguinte à captação. Afirma sem
cruzar os dedos que fará um longa antes dos 24, que ele dará lucro, e que tomará duas estrelas (vulgo regular) nos guias
culturais. Seu grande sonho é fazer um filme dormindo. Sugere categoricamente não confiarmos em sites de metereologia para rodar externas, defende que todos os filmes daqui em diante tenham Natalie Portman, e que chroma-key é coisa de diretor frutinha. Chupa as bolas de Scorsese, Kevin Smith, Campanella e Lars Von Trier, e se queima admitindo que sempre chora ao assistir seu filme favorito - "As Invasões Bárbaras". Além de pseudo-cineasta moleque picareta, é também um exímio jogador de poker.
@brunograziano
 
Bruno Dias (diretor/produtor/roteirista)
Nascido no início da longíncua década de 80 (de onde não queria
ter saído), cresceu lendo gibis proibidos na praia, onde barganhou
o empoeirado diploma de relações internacionais. Acredita que Santos é o centro cultural, social econômico, esportivo,
e pornográfico do mundo, e que "Clube da Luta" é o melhor filme da história do cinema. Viciado terminal em culturas nerds, costuma vestir pijama no set, acha Natalie Portman a melhor coisa projetada num telão desde Star Wars, e exalta Robert De Niro como o homem dos homens na sétima arte. Hoje canta que fazer filmes é só um hobby, que ganha dinheiro pra escrever num microblog, e que o fato de ser um colunista renomado de um site gay não afeta sua masculinidade. Além de pseudo cineasta moleque picareta, é também um frasista de mão cheia.
@bruno_dias
 
Murilo Costa (produtor executivo/ass. de direção/roteirista)
Murilo é sósia de Luciano, seu irmão gêmio. Tinha tudo para ser um
menino prodígio, até que se meteu à ver filmes de arte, e para seu
azar, estudar cinema. Agora pena em pagar as contas do fim do mês.
Quase um doutor em salgados e drinks da
baixa Augusta, se diz injustiçado e ameaça lucrar com suas descobertas, cobrando por elas. Adepto fervoroso à disponibilização de filmes na internet, só vai ao cinema em duas ocasiões - quando a Natalie Portman está no elenco e para se emocionar com dramas argentinos. Chupa as bolas de Truffaut e Wes Anderson, acha "Rushmore" a obra-prima absoluta, e mesmo odiando falar no telefone, é o formatador oficial de projetos da Controle Remoto. Além de pseudo-cineasta moleque picareta, é também crítico de cinema (isso é profissão?).
@murilocpaula
 
Everton Oliveira (diretor de fotografia/operador de câmera/iluminador)
Dom Juan oficial do grupo, tem uma pérola em forma de possante -
um Chevette vermelho mais conhecido como Christine, A Dama de
Vermelho (veículo oficial controliano). Outro palmeirense de coração, é fã de "Falcão" e outros filmes de macho, já tem
todos os vícios de um diretor de fotografia, e ainda terá orgulho de dizer que começou fazendo casamento. Nega de pés juntos ser um "José Mayer" das equipes de câmera, discurso contrário ao das diretoras de arte. Distorcendo as estatísticas, tem o sonho de casar-se com Natalie Portman e viver de amor numa praia deserta (não sem antes rodar uma película de boxe - em 70mm). Atualmente só aceita trabalhar em longas que filmem no centro da cidade. Além de pseudo-cineasta moleque picareta, é também um driblador dos mais habilidosos no futsal.
@evertoncine
 
Cleber Isler (diretor de fotografia/operador de câmera/gaffer)
Refinado rapaz oriundo da pequena Rio Claro, veio a grande metrópole para dominar o mundo como desenhista de HQs, mas devido a forte concorrência (e desleal) do meio, decidiu fazer cinema. Logo aproveitou do charme caipira e infiltrou-se nos estúdios
da Metodista, trabalhando aos cuidados da Controle Remoto Filmes. Saiu para dedicar-se exclusivamente à sua paixão por Natalie Portman. Mestrado em desdenhar de certos móveis e eletrodomésticos (nunca usou um fogão, por exemplo) para viver, conclui que o microondas é o melhor amigo do homem (ao lado da fita crepe). Atualmente se diz seguidor fiel da doutrina B.O.N.I (baixo orçamento não importa), no entanto, sempre se arrepia quando liga um fresnél de 5kw. Além de pseudo-cineasta moleque picareta, é um ótimo desenhista de situações bizarras.
@cleberisler